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Trazemos aqui uma compilação de artigos referentes a nossa área de atuação.
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Julho Amarelo: mês de prevenção e controle das hepatites virais

 

Hoje, dia 28 de julho, é o Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais, data que chama a atenção para os cuidados e prevenção dessas doenças, por meio da campanha Julho Amarelo.

 

Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 3 milhões de brasileiros infectados pela hepatite C não sabem que têm o vírus. Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 3% da população mundial seja portadora de hepatite C crônica.

 

A recomendação da OMS é de que todas as pessoas, a partir de 45 anos de idade, façam o teste, que é gratuito e pode ser realizado em qualquer posto de saúde.

 

Hepatites virais

Diferente dos demais vírus que causam hepatite, o vírus da hepatite C não gera uma resposta imunológica adequada no organismo, o que faz com que a infecção aguda seja menos sintomática, mas também com que a maioria das pessoas que se infectam se tornem portadores de hepatite crônica, com suas consequências a longo prazo.

 

5 tipos mais comuns de hepatites virais:

. Hepatite A é uma infecção leve que geralmente se cura sozinha. Apesar de existir vacina para evitá-la, ainda tem o maior número de casos diretamente relacionado às condições de saneamento básico e de higiene

 

. Hepatite B é o segundo tipo com maior incidência, com transmissão por contato íntimo (sexual) ou sanguíneo. Por isso é fundamental tomar a vacina e usar preservativo

 

. Hepatite C é transmitida por contato com sangue, sendo considerada a maior epidemia da humanidade hoje, cinco vezes superior à AIDS/HIV. Não existe vacina contra a hepatite C, e ela é a principal causa de transplantes de fígado, podendo causar ainda cirrose e câncer de fígado

 

. Hepatite D ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B, por isso, a vacina contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D

 

. Hepatite E é transmitida por via digestiva (transmissão fecal-oral), provocando grandes epidemias em certas regiões. Ela não se torna crônica, porém, mulheres grávidas que foram infectadas pelo vírus da hepatite E podem apresentar formas mais graves da doença

 

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